quinta-feira, 12 de novembro de 2009

* Tamanho do texto * A * A Artigo: Congonhas e os nossos aeroportos merecem mais

A capacidade do Aeroporto de Congonhas, segundo informada pelo Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) em junho de 2007, era de 9.500 passageiros por hora (ou seja, atenderia, com folga, mais de 20 milhões de passageiros/ano) e de 48 movimentos (aterragens e/ou decolagens) por hora.

Depois do acidente ali ocorrido em 17 de julho, o CGNA passou a informar apenas a capacidade da pista, que foi reduzida para 30 movimentos por hora. Vale a pena lembrar que, já em 1980, Congonhas operou 55 movimentos por hora, o que torna difícil entender como, nesses 30 anos, quando ocorreram melhorias tecnológicas significativas, reduziu-se em quase a metade a capacidade desse equipamento social, que já foi o aeroporto mais importante, e movimentado, do Brasil.

Quanto ao controle de tráfego aéreo, um dos pontos menos comentados é o fato de já termos enfrentado demandas consideravelmente superiores à atual no espaço à volta dos nossos aeroportos - nas chamadas áreas terminais. Nessas áreas, onde há uma grande concentração de aviões e onde o controle exige mais cuidado, dados do período 1998-2002 disponibilizados pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) indicam que a demanda na área terminal de São Paulo, e em várias outras, foi maior do que a observada em 2006, chegando a ultrapassá-la em 30%. Nem por isso houve, à época, nenhum tipo de crise.

Depois do acidente, questionou-se a segurança do aeroporto, em função do que foram consideradas ampliações que criariam as chamadas Resa (áreas de segurança de final de pista, na sigla em inglês). Para isso, haveria necessidade de desapropriações de 400 imóveis, além de uma obra significativa, em termos de custo, para não falar de outras considerações abordadas por especialistas da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Logo após o acidente, o presidente Lula ouviu alguns especialistas em aviação, um dos quais, em 25 de julho de 2007 e na presença do ministro Jobim (que tomaria posse duas horas depois), sugeriu-lhe reduzir os comprimentos homologados das pistas, o que, sem necessidade de obras, reduziria os pesos dos aviões e aumentaria diretamente a segurança operacional com a criação das Resas. Aparentemente isso foi feito, uma vez que foi alegado que a redução da capacidade das pistas decorria do comprimento reduzido que passou a ter a pista auxiliar de Congonhas.

Agora, parece ser intenção do governo federal acabar com os hangares que margeiam a Avenida dos Bandeirantes, deslocando seus usuários para a área que estava sendo ocupada pela Vasp, o que permitiria aumentar a pista auxiliar, tornando-a a principal, e tornando a principal, auxiliar, criando áreas laterais de segurança. Essas áreas laterais já existem e respeitam as determinações dos órgãos nacional (Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac) e internacionais (Organização de Aviação Civil Internacional, a Icao, na sigla em inglês), pois de outra forma Congonhas não estaria homologado, e, portanto, operando.

É óbvio que o aumento da atual pista auxiliar amplia o leque de aeronaves que ela atende, e, portanto, pode melhorar a capacidade de Congonhas no atendimento de sua demanda. Além disso, é também óbvio que essa ampliação cria alternativas operacionais em caso de ser necessário fechar uma pista, seja por acidente ou por manutenção.

No entanto, todas essas informações e planos, que têm mudado ao longo desses mais de dois anos, apontam para uma falta de foco do governo federal, mas apontam também para uma falta de participação dos governos estadual e municipal, interessados imediatos nesses problemas.

Profissionais de transporte aéreo, nacionais e internacionais, estão reunidos há três dias em São Paulo no 8º Simpósio de Transporte Aéreo (Sitraer) e no segundo encontro da Rede Ibero-americana de Investigação em Transporte Aéreo (Ridita) e abordaram temas importantes. Do simpósio participaram especialistas do Estado de São Paulo, incluindo integrantes da USP e do ITA. Eles não têm sido convidados a participar dessas questões que tanto nos afetam. É falta de interesse ou de foco de nossos governos?

Índice de voos nacionais tem leve crescimento em outubro

Foram divulgados na última terça (10.11) pela Agência Nacional de Aviação Nacional (ANAC), em seu site, dados comparativos de participação de mercado das empresas áreas brasileiras, tanto nas linhas domésticas quanto internacionais, com relação ao mês de outubro de 2008.

Hoje o Brasil conta com 18 Companhias Áreas realizando voos nacionais e quatro empresas fazendo voos internacionais.

Em comparação com o mesmo período em 2008 os voos nacionais tiveram um aumento de 61,59% em outubro de 2008 para 72,57% em outubro de 2009. A Companhia Azul, que foi inaugurada em 15 de dezembro de 2008, entre setembro e outubro de 2009 teve um aumento na procura de cerca de 7%. Já a Gol-VRG saltou de 67,16% em setembro deste ano para 72,76% em outubro.

Seguindo na mesma linha da Gol-VRG a empresa Tam obteve em outubro aumento significativo em voos nacionais, saltando de 65,40% em setembro para 72,25% em outubro.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Museu Tam recebe doação da Força Aérea Portuguesa

O presidente do Museu TAM, João Francisco Amaro, recebe amanhã (08/10) da Força Aérea Portuguesa a doação de uma aeronave Junkers (Ju-52), em Sintra, Portugal. Em troca, o Museu entregará uma réplica do 14 Bis, construída no Brasil, para compor o acervo do Museu do Ar de Portugal.

A aeronave não estará entre as mais de 80 peças expostas na reabertura operacional do Museu Tam, programada para janeiro de 2010. Segundo João Amaro, o avião está desmontado há muito tempo e vai exigir um gigantesco trabalho de pesquisa para a sua restauração. Mas ele acredita que, num futuro próximo, o Junkers poderá voar novamente.

O objetivo do Museu Tam é contar e preservar a história da aviação, por meio da conservação, restauração, aquisição e permuta de objetos de valor histórico, artístico e documental, além de homenagear construtores e mecânicos, preservar os feitos de heróis e pilotos e ainda despertar a vocação nos jovens e adolescentes para as variantes da profissão aeronáutica.

Show em avião!!!

Os Black Eyed Peas vão embarcar esta sexta-feira num Boeing 737/800 juntamente com 140 convidados para promover a sua tournée pela Austrália. Os presentes serão convidados a cantar com a banda durante quatro horas através de karaoke.

Sabe-se também que o avião foi especialmente modificado para a ocasião e que entre os convidados estão os 30 vencedores de um concurso realizado pela News Limited e os 10 vencedores de um leilão de beneficência realizado no Ebay. O grupo, que está em tournée com o álbum «The E.N.D», já está a fazer história no panorama musical, tendo a permanência mais longa de um artista na Billboard em 51 anos de existência. Durante 14 semanas, o single «I Got A Feeling» ocupou o primeiro lugar, depois de substituir «Boom Boom Pow», que passou 12 semanas no número um.

Anac nega que tenha autorizado nova ponte aérea

A criação de uma nova ponte aérea entre o Rio de Janeiro e São Paulo provoca polêmica. Uma companhia de aviação quer operar na rota entre o aeroporto carioca de Jacarepaguá e o paulistano Campo de Marte.

A região do aeroporto de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, é uma das que mais cresce na cidade. A ideia de fazer a nova ponte aérea divide opiniões de quem é vizinho do aeroporto. Na zona norte de São Paulo, o tema também foi discutido por quem mora perto do aeroporto Campo de Marte.

O risco de acidentes é um dos argumentos de quem é contra a nova rota. Em março do ano passado, um avião de pequeno porte caiu no pátio de uma concessionária de carros perto da pista de Jacarepaguá. O piloto conseguiu evitar que o avião atingisse um condomínio de prédios.

A empresa Team pediu autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para fazer voos regulares entre as cidades a partir do mês que vem. O avião que seria usado pela empresa tem capacidade para 19 passageiros e dois tripulantes.

A Anac diz que está analisando o pedido da companhia. Antes de qualquer operação, a Infraero ainda teria de providenciar estrutura de check-in para os passageiros.

O governador do Rio, Sérgio Cabral, ficou irritado por não ter sido procurado pela Anac. O ministro da Defesa Nelson Jobim já disse que o aeroporto de Jacarepaguá é pequeno e não comporta esse tipo de rota

Entregas da Embraer aumentaram 18,8% no 3º trimestre

A fabricante brasileira Embraer informa que o número de entregas de aviões ascendeu a 57 no terceiro trimestre de 2009, um aumento de 18,8% face ao período homólogo de 2008.

Do total de entregas, 29 unidades foram para o segmento de aviação comercial, 27 para o de aviação executiva e um para o da defesa, o que elevou o número total de entregas este ano para 153 aviões.

A 30 de Setembro de 2009 a carteira de encomendas firmes da quarta fabricante mundial de aviões totalizava 18,6 mil milhões de dólares (12,67 mil milhões de euros), uma quebra de 6% em relação a 30 de Junho de 2009.

No segmento de aviação comercial a empresa entregou unidades às empresas British Airways, Linhas Aéreas de Moçambique, Lufthansa Cityline e Lot Polish Airlines.

Na aviação executiva o destaque foi o aumento pelo terceiro trimestre consecutivo do número de entregas do jacto Phenom 100, salienta a empresa num comunicado.

Na área de defesa a Embraer entregou o primeiro Embraer 190 para o Governo brasileiro para transporte do presidente da República.

TAP e sindicato de pilotos retomam negociações trabalhistas

Lisboa, 7 out (Lusa) - A administração da companhia aérea portuguesa TAP e o Sindicatos dos Pilotos da Aviação Civil de Portugal (SPAC) chegaram nesta quarta-feira a um acordo para retomar oficialmente as negociações, interrompidas em julho, antes da greve que agravou o conflito trabalhista, disse à Agência Lusa uma fonte oficial da empresa.

Segundo a fonte da TAP, "chegou-se a um acordo para se voltar à negociação".

Após as greves dos dias 24 e 25 de setembro, a companhia aérea e os pilotos se reuniram pela primeira vez nesta manhã, em um encontro que durou cerca de 50 minutos.

Uma fonte do sindicato dos pilotos não quis adiantar detalhes sobre a reunião desta manhã.

Os pilotos da TAP decidiram iniciar a greve devido ao "impasse" no processo de revisão do Acordo de Empresa e ao "descontentamento" com a gestão do presidente-executivo da companhia, Fernando Pinto.

Na época, uma fonte oficial da empresa disse à Lusa que estão em debate reivindicações de "800 pilotos" da companhia que representam "um aumento de encargos de 11,5 milhões de euros" para a TAP.

Cálculos feitos pela Lusa indicam que, dividindo os 11,5 milhões de euros pelos 800 pilotos, cada um receberia por mês um acréscimo salarial de mais de mil euros.

O sindicato contesta estes números e afirma que "o que está em causa é um aumento de 9,3% da massa salarial bruta, cuja média dará, em termos brutos, 600 euros, uma quantia sujeita a descontos".

A TAP, que fechou o primeiro semestre com prejuízos de 72,4 milhões de euros, diz que a paralisação custa 10 milhões de euros aos cofres da companhia.

A última greve dos pilotos, em outubro de 2007, causou o cancelamento de 65 voos e deixou prejuízos de 1 milhão de euros para a companhia portuguesa.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Anúncio urgente.

No dia 40/13/2009 foram encontrados destroços de um avião airbus A399, que partiu do Aeroporto de Florianópolis (SBFL), SC com destino ao aeroporto de Laranjeiras-(SBLJ acabei de inventar)Serra-ES. Mas a meia-hora atrás foram encontrados seus destroços em cima do telhado do Convento da Penha em Vitória- ES, portanto, ainda não se sabe se o avião caiu ou parou de voar.

TEXTO CRIADO POR:Leilane Pedreira Maciel>>>>>>> :P

AEROPORTO DE MACAU-NELE VOCÊ PODE COFIAR.

Macau, China, 06 Out (Lusa) – O Aeroporto Internacional de Macau regista uma taxa de implementação dos requisitos de segurança da Organização da Aviação Civil Internacional de 83%, valor que supera a média global de 58%, conclui uma auditoria da agência das Nações Unidas.

Apesar de Macau não ser um estado membro da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO, na sigla inglesa), já que é uma região administrativa especial chinesa, o aeroporto não foi incluído na auditoria realizada à China em 2007, mas a Autoridade de Aviação Civil do território solicitou à agência uma avaliação, que decorreu em Março.

Segundo o relatório provisório da ICAO hoje divulgado, os resultados obtidos por Macau indicam “níveis de implementação efectiva de supervisão de segurança operacional acima do nível médio global”, o que permite concluir que os padrões de segurança do aeroporto do território “são bastante elevados”.

Os 190 estados membros da ICAO registam uma taxa média de implementação das normas de segurança de 58,05 por cento, enquanto que Macau atingiu os 83,35 por cento, o que leva a Autoridade de Aviação Civil do território a constatar que o aeroporto da região apresenta um “sistema de segurança muito eficaz, podendo ser considerado um dos mais seguros do mundo”.

Apesar de satisfatório, o relatório provisório da ICAO considera necessária a introdução de melhorias, designadamente na legislação relativa à investigação de acidentes e incidentes aéreos, recomendações acatadas pela Autoridade de Aviação Civil, que já submeteu um plano de acções correctivas.

A Autoridade de Aviação Civil de Macau sublinha em comunicado que, “após a transferência de soberania, tem sido dedicada especial atenção à melhoria da segurança operacional da aviação, através do aperfeiçoamento da legislação e da regulamentação do sector da aviação civil, por forma a torná-las consistentes com as normas e práticas recomendadas pela ICAO”.

A auditoria da ICAO ao Aeroporto Internacional de Macau abrangeu áreas como o licenciamento de pessoal, operações de aeronaves, aeronavegabilidade, serviços de tráfego aéreo, busca e salvamento, aeródromos, investigação de acidentes e incidentes e serviços de informação aeronáutica e o relatório final será publicado em Dezembro.

Esta foi a terceira vez que a aviação de Macau foi avaliada pela ICAO, depois das auditorias realizadas em 2001 e em 2004, cujos resultados foram também satisfatórios.

Comissão quer impedir trem-bala no Campo de Marte



SÃO PAULO - Comissão formada por pilotos, donos de aeronaves e representantes de cerca de 80 empresas que operam serviços de aviação no Aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, vai a Brasília para pedir, em audiência na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que seja escolhido outro local na capital paulista para receber a estação do trem de alta velocidade (TAV) que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro. O governo federal estuda reduzir o aeroporto, quinto mais movimentado do País, a um heliponto - a capital já tem outros 480 -, desativando a pista e liberando o espaço para a estação.



Ontem, duas entidades que representam pilotos e empresas, a Associação dos Concessionários, Empresas Aeronáuticas e Usuários do Campo de Marte (Acecam) e a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag) realizaram uma reunião na qual ficou definido um plano de mobilização contra a desativação do aeroporto. "Não somos contra o TAV, mas solicitamos uma audiência em caráter de urgência para tentar uma solução política para o Campo de Marte", diz Olavo Vieira, presidente da Acecam. Na semana passada, o próprio ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou que o "futuro de Marte serão os helicópteros".



As associações, que não descartam questionamentos judiciais contra o TAV caso não convençam a ANTT, apontam para o risco de colapso total do mercado caso o aeroporto seja desativado. Segundo as entidades, não há aeroportos, em um raio de cem quilômetros da capital, que possam receber as atividades de aviação geral e executiva.



Foi a agência, que mantém aberta até o dia 15 uma consulta pública para receber sugestões sobre o TAV, que divulgou a escolha do Campo de Marte para ser a sede da estação, descartando a opção de construí-la no Terminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. A escolha do aeroporto, segundo a ANTT, foi feita por conta do espaço disponível para edifícios e pátio de trens. A proximidade do metrô é bem maior na Barra Funda, mas o espaço disponível seria insuficiente.

Boeing 787 Dreamliner


O Boeing 787, Dreamliner, é o mais recente avião comercial da construtora aeronáutica Boeing. Foi apresentado à imprensa, em Everett, WA, em 8 de julho de 2007, doze anos depois do 777. O primeiro será entregue a ANA - All Nippon Airways, que comprou 50 unidades. No dia de seu lançamento, mais de 670 unidades já haviam sido encomendadas por 48 companhias aéreas internacionais, fazendo dele o maior sucesso comercial da indústria aeronáutica mundial em todos os tempos. Será capaz de transportar de 200 a 350 passageiros, dependendo do modelo e da configuração do interior da aeronave.

Será o primeiro avião comercial a ser fabricado primariamente com material composto e fibra de carbono. Substituirá o Boeing 767 e o Boeing 757. Planejado para ser uma aeronave de longo alcance, poderá fazer vôos nonstop entre cidades muito distantes, que nunca tiveram ligação direta. Prevê-se que o alcance médio do Boeing 787 seja de 6,5 mil quilômetros (modelo -3, de maior capacidade de passageiros) até 15 mil quilômetros (modelos -8 e -9).

O Boeing 787 é produzido com 50% de matérias compostos e 20% de alumínio, 15% de titânio, 10% de aço e 5 % de outros materiais. O Boeing 777 possui somente 12% de materiais compostos e 50% de alumínio. Outro fator interessante é que ele autodetecta erros e repassa imediatamente para o solo, fazendo com que assim o avião pousar, a equipe de manutenção saberá o que fazer nele.

Possui três motorizações - RR/GE - o alcance varia de 4.650 km (787-3) até 15.750 km (787-8), o primeiro foi desenvolvido para o mercado japonês substituindo os A300-600R, 767-200/-300 e até os 777-200 em algumas rotas.

Seu custo por milha é 10% inferior que aviões do mesmo porte e graças à sua estrutura de materiais compostos, ele pesa apenas 130 toneladas, contra 180 dos A330, que é considerado um dos melhores birreatores do mundo. O consumo de combustível é 20% menor que seus concorrentes.

Além disso é 60% mais silencioso que qualquer jato. Enquanto um Boeing 767 precisa a cada seis anos de fazer uma revisão completa, o Boeing 787 é doze anos.

Os bagageiros internos tem capacidade 30% maior que os atuais modelos, não tem cortinas nas janelas, e sim um sistema que permite que o vidro fique escuro. Também é um avião paperless, eliminando a papelada tanto no projeto quanto no vôo, utilizando o Eletronic Flight Bag da jeppesen.

Foi o primeiro avião desenvolvido pós-11 de setembro, daí sua necessidade de redução de custos, ecologicamente limpo e versátil. Um Boeing 787 vai levar cerca de 3 dias para ser produzido. Essa experiência de montar os aviões tão rapidamente a Boeing testou primeiro nos Boeing 767 e foi adaptado do sistema japonês de montagem de carros.

O dia 21 de maio de 2009, precisamente às 9:30 am (PDT), foi marcado pela primeira partida de motor totalmente elétrica de uma aeronave comercial de grande porte. A força elétrica usada na partida dos motores RR Trent 1000 foi alimentada pelo APU (Auxiliary Power Unit) da Hamilton Sundstrand e não por meio de uma de usina. Durante a partida foram feitos vários testes em várias condições de potências para avaliar o funciomaneto dos sistemas. Fonte: http://boeing.mediaroom.com/index.php?s=43&item=675

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Feira Nacional de Aviação mostra 20 modelos de vários tipos

Os amantes das aeronaves podem visitar, no próximo fim de semana, a Feira Nacional de Aviação Civil, que acontece no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio. É um programa para todas as idades, e os visitantes poderão participar de várias atividades, inclusive de um simulador de voo.

PM terá duas mulheres pilotando aeronaves

Um fato inédito vai marcar a cerimônia de formatura dos integrantes do Curso Teórico de Piloto Privado e Comercial, ministrado pela Escola de Aviação da PMERJ (EsAv), marcada para esta sexta-feira, no hangar do Grupo Aéreo e Marítimo (GAM), em Niterói. Entre os 18 formandos, estão duas mulheres, que serão as primeiras oficiais que pilotarão aeronaves da Polícia Militar fluminense. O curso teve duração de oito meses e todos os participantes assistiram aulas com todo o conteúdo exigido pelo Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a formação de pilotos.

Atualmente o GAM possui uma frota formada por dois aviões e três helicópteros e os formandos serão incorporados ao quadro de pilotos na ativa da PM assim que terminarem a fase prática de formação de pilotos.

sábado, 26 de setembro de 2009

Advogados apontam 4 falhas em acidente da Air France


PARIS - Na ausência de explicações técnicas oficiais e convincentes por parte do Escritório de Investigações e Análises para a Aviação Civil (BEA) da França, um gabinete de advogados inglês anunciou hoje ter identificado quatro supostas causas do acidente do voo AF447, entre Rio e Paris, em 31 de maio passado. Segundo o escritório Stewarts Law, de Londres, ao clima adverso se somaram duas falhas técnicas no aparelho - na aferição de velocidade (feita pelos tubos de pitot) e no sistema de navegação (Adiru) - e a erros humanos.



A avaliação foi divulgada em entrevista coletiva realizada hoje. Segundo o escritório, a investigação paralela realizada por peritos contratados indicou que a confluência dos quatro fatores teria sido decisiva para a sorte dos 228 passageiros e tripulantes do Airbus A330 que realizava a rota entre o Rio e Paris. "Identificamos quatro fatores na cadeia de erros que resultou neste acidente. Sem esses fatores, o acidente não teria acontecido", disse Charles-Henri Tadivat, um dos advogados do gabinete, segundo informou a agência de notícias France Presse (AFP).



Segundo os peritos ouvidos pelo Stewarts Law, duas falhas mecânicas também teriam acontecido no momento do acidente. A primeira diz respeito à aferição da velocidade pelas sondas pitot, que transmitem dados aos demais sistemas de navegação da aeronave. Este problema, reconhecido pelo BEA, foi o primeiro identificado pelas mensagens automáticas enviadas pelo Airbus A330 antes de sua queda, mas não teria sido responsável, sozinho, pelo desastre. A seguir, o sistema de navegação auxiliada Adiru teria falhado, desorientando totalmente os sistemas eletrônicos do avião. A esses erros, a tripulação teria respondido de forma errônea, tomando decisões que teriam determinado a queda. "O quarto elemento é o treinamento dos pilotos, que não puderam tomar as decisões adequadas", afirmou Tadivat.



Os argumentos dos advogados são respaldados por medidas tomadas após o acidente. Em decorrência do desastre, a Agência Europeia de Segurança da Aviação Civil (EASA) ordenou a substituição dos tubos de pitot da marca Thalès, que equipavam todos os Airbus A330 da frota da Air France - incluindo o avião acidentado. Sem responsabilizar os pilotos, a companhia aérea também anunciou que um programa de reciclagem dos comandantes vem sendo implantado nas últimas semanas. "Nós decidimos reforçar a formação dos nossos pilotos para o caso de perda indicação de velocidade", confirmou hoje, em entrevista ao jornal "Les Echos", o diretor-geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon.



O executivo afirmou ainda que a empresa está aprimorando seus sistemas de informação meteorológica, assim como implantando um método de verificação a cada 10 minutos das mensagens automáticas enviadas pelas aeronaves ao centro de controle da companhia.



O parecer do escritório londrino e as iniciativas tomadas pela Air France vieram a público na véspera da primeira audiência na Justiça de Paris, que investigará as eventuais responsabilidades civis pelo

Árvores no aeroporto foram cortadas.


Foi preciso que a Aeronáutica reduzisse o tamanho da pista do aeroporto de Joinville para que surgisse uma solução. Depois de dois dias com transtornos para os passageiros, o corte das árvores que obstruem os pousos e decolagens na pista deve começar hoje.

Ontem, a segunda licitação para contratar a empresa responsável pelo serviço teve uma vencedora: a Kalb, que venceu o processo com orçamento de R$ 48.312. O teto estipulado pela prefeitura era de R$ 80 mil.

A empresa tem 30 dias para encerrar a derrubada dos 117 mil metros quadrados de área verde, o equivalente a dez campos de futebol. Depois do começo dos trabalhos, o superintendente da Infraero, Sérgio Santiago, vai chamar uma nova inspeção da Agência Nacional de Aviação Civil.

As empresas que não venceram a licitação abriram mão de entrar com recursos para acelerar o processo. Pela lei, elas teriam dois dias para recorrer. As árvores perto da pista, entre 18 e 27 metros, serão podadas porque poderiam ter, no máximo, dois metros.

Pista foi encurtada em 570 metros

Na terça-feira, a Aeronáutica restringiu as operações no aeroporto de Joinville encurtando a distância útil da pista em 570 metros e a suspensão da operação noturna como medida de segurança. Imediatamente, TAM e Gol cancelaram a oferta de duas frequências para a cidade catarinense.

Nem o tempo ajudou o aeroporto de Joinville a manter as suas operações na manhã de ontem. Dos oito voos previstos – entre pousos e decolagens – apenas dois se confirmaram na manhã de ontem. Os primeiros voos da manhã foram todos cancelados. O da TAM, com saída de Congonhas às 6h50min e partida de Joinville às 8h40min não saiu. A Gol também suspendeu o voo das 8h16min, com saída de São Paulo, e partida prevista para as 10h da cidade catarinense.

As más condições climáticas em São Paulo acabaram atrasando a saída do voo da Gol previsto para as 10h23min. Os passageiros acabaram chegando a Joinville apenas às 12h30min. A TAM decidiu enviar os passageiros do voo das 13h30min para Curitiba, de ônibus, mesmo com o tempo firme em Joinville.

Até o anúncio de um novo laudo técnico que permita a operação noturna no aeroporto de Joinville, as duas empresas vão suspender os voos. A Gol até 15 de outubro e a TAM até 21 de março.

Greve da TAP cancela 130 voos


A greve dos pilotos da TAP obrigou ao cancelamento de 130 voos entre a meia-noite ao longo desta sexta-feira, segundo os números divulgados pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), que adiantou que a adesão à greve se situou nos 98 por cento.

"Mais de 98 por cento dos pilotos aderiram a esta acção, cancelando 65 serviços de voo (equivalentes a cerca de 130 voos) e demonstraram de forma pública e notória o seu descontentamento perante a insensibilidade e a intransigência reveladas pela administração da TAP", revelou o sindicato em comunicado.

Ao segundo e último dia de greve, o sindicato tem dúvidas que a "TAP tenha compreendido a totalidade das implicações desta adesão".

No mesmo comunicado, o SPAC afirmou que os pilotos "podem esperar da administração da TAP e reincidência nas usuais manobras dilatórias evidenciadas na falta de objectivadade com que participou nas infrutíferas negociações".